terça-feira, 5 de julho de 2011
Sabe bem ouvir
Adoro estas músicas da Márcia...
A primeira desconhecida mas deliciosa, a segunda conhecida e igualmente fantástica.
Uma em cada três crianças é alérgica
Uma em cada três crianças portuguesas sofre ou já sofreu de doença alérgica, patologia que é mais prevalente na idade pediátrica e que geralmente se torna uma companhia ao longo da vida. O panorama foi traçado à agência Lusa pelo presidente da nova Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica, estrutura hoje formalmente criada, com o objectivo de fazer parcerias com outras entidades, estando em pé de igualdade com as sociedades congéneres.
Segundo Libério Ribeiro, cerca de 80% das doenças alérgicas começam nos primeiros anos de idade e são em grande parte hereditárias. Nos primeiros meses de vida, a alergia mais frequente é a de origem alimentar, com a intolerância à proteína do leite de vaca a surgir em primeiro lugar, seguida do ovo, peixe e frutos secos. A partir dos dois ou três anos começam a aparecer as alergias por via respiratória ou inalatória. Ácaros ou animais são os principais responsáveis por estas alergias nos primeiros anos, com a intolerância aos pólenes a surgir geralmente por volta dos seis ou sete anos.
No fundo, o que se nota na criança é uma evolução do tipo de alergia ao longo do crescimento, num movimento que Libério Monteiro designa como marcha alérgica. Primeiro, manifestações de alergia alimentar, depois eczema e alergia respiratória. Estas doenças vão acompanhar as crianças até à idade adulta, porque há sempre uma base alérgica, mas o especialista lembra que «uma alergia bem controlada corresponde a uma alergia curada».
O presidente da Sociedade de Alergologia Pediátrica lamenta que haja uma subvalorização destas doenças que começa logo nos próprios pais e que se estende muitas vezes a alguns médicos. «Há médicos que se limitam a tratar os sintomas que se vão apresentando sem tratar a origem da doença. Temos de nos lembrar que são doenças inflamatórias crónicas que têm de ser tratadas», referiu.
Para Libério Ribeiro, as doenças alérgicas são das mais subvalorizadas, subdiagnósticadas e subtratadas. «Há um papel a fazer na educação de quem trabalha com a criança, como professores, assistentes escolares. É preciso fazer uma educação ao nível da escola e dos pais, até para que reconheçam e valorizem os sintomas», reconheceu.
Fonte: Revista Pais e Filhos
terça-feira, 21 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Crianças que ouvem histórias aprendem dois meses antes
Segundo um estudo britânico feito a 19 mil bebés elaborado pelos investigadores do Millennium Cohort Study, as crianças que ouvem histórias contadas pelos pais aprendem mais depressa e com maior facilidade, não só a ler e a escrever, mas também a contar e a fazer operações matemáticas.Os primeiros resultados divulgados referem-se a 2006 e 2007, altura em que as crianças que participam no estudo tinham cinco anos.
"Os pais devem ler às crianças porque isso lhes desenvolve o cérebro e o raciocínio. Deve ser incentivado - mas nunca uma obrigação", explica o psiquiatra Daniel Sampaio.
Segundo a psicoterapeuta Rita Ribeiro, a leitura quando feita de "forma adequada à faixa etária, potencia as sinapses" - movimentos cerebrais relacionados com a comunicação entre neurónios. "Quanto mais cedo for introduzida de forma lúdica, melhor. Aumenta a capacidade de comunicar, melhora o vocabulário da criança e potencia a criatividade e a imaginação. E ainda a probabilidade de a criança vir a tornar-se uma boa leitora", fundamenta.
Os resultados obtidos pelos britânicos indicam ainda que as raparigas aos cinco anos denotam mais criatividade e que os rapazes têm uma desvantagem de mais de quatro meses em matéria de leitura em relação ao sexo oposto. "Por regra, as meninas falam melhor e mais cedo que os rapazes. E eles começam a andar antes delas", conta Rita Ribeiro.
"Brincar é uma maneira equilibrada de crescer. Agora tendemos a querer que tudo aconteça demasiado rápido, mas o desenvolvimento humano é biológico, ou seja, acontece de acordo com uma tabela natural. O cérebro de um bebé tem o mesmo tamanho que tinha na Idade da Pedra, por isso tem as mesmas necessidades básicas que sempre teve", esclarece Sue Palmer, especialista em psicologia infantil e autora do livro "Toxic Childhood". A especialista acrescenta que a importância dos primeiros anos de vida já está estabelecida. "São preponderantes para o desenvolvimento do corpo e do cérebro. As experiências das crianças ao longo destes anos têm uma enorme influência não só no potencial que apresentam depois na escola, mas também na personalidade e no bem-estar geral". Essa preocupação, segundo Sue Palmer, passa por deixar as crianças experimentarem o mundo "segundo o seu próprio instinto", ainda que protegidas pelos adultos.
"A personalidade e o potencial constroem-se sobretudo nos primeiros meses de vida. Quanto mais amor, conversa, brincadeira e histórias um bebé tiver, maior o seu desenvolvimento", conclui Palmer.
Fonte Jornal i
E depois do adeus...
Acho que esta música simboliza uma época (em que nasci), onde haviam ideais, lutas, esperanças... Convicções, que tanta falta nos fazem...
Não gosto que o tempo volte para trás, aliás porque melhoramos em inúmeras coisas. Contudo acredito que nos falta este espirito de que pdemos todos mudar o Mundo!
Piquenique
Quero muito... muito... Fazer um Piquenique com a minha filhota.
Não sei porque gosto tanto de piqueniques, mas é um facto, adoro-os. E espero que ela também.
Adoro a sombra de baixo da árvore, os passarinhos a cantar, a toalha no chão, as cestinha com todos os tesouros dentro... Uma delícia!
Um programa tão simples e tão repleto de "pequenas" aventuras.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Pasión
Palavras para quê? Consigo sempre mergulhar numa estranha sensação de profundidade.. Numa alma cheia, numa respiração abafada!
Detergente aprovado
Descobri um detergente fantástico, que deixa um perfume suave e que ainda por cima é apropriado à pele do bebé.
Até aos 4 meses da Mel lavei sempre a roupa dela em separado, só juntava roupa de cama. Utilizei vários detergentes de bebé, mas as nódoas mostravam-se sempre difíceis de sair. Acho que os detergentes eram muito delicados:)
Mas depois descobri o Skip Aloe Vera. Um detergente fantástico, que tira muito bem as nódoas e que é apropriada à pele sensível do bebé.
Aprovado! Palavra de Mãe!
Até aos 4 meses da Mel lavei sempre a roupa dela em separado, só juntava roupa de cama. Utilizei vários detergentes de bebé, mas as nódoas mostravam-se sempre difíceis de sair. Acho que os detergentes eram muito delicados:)
Mas depois descobri o Skip Aloe Vera. Um detergente fantástico, que tira muito bem as nódoas e que é apropriada à pele sensível do bebé.
Aprovado! Palavra de Mãe!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
O que fazer em relação à sesta
A Mel, exceptuando as alturas em que está doentita, ou com as angustias de separação, dorme a noite toda. Sabemos que ela deveria dormir 12 horas seguidas à noite, mas é dificil. Mas penso que 11 horas já é bom. Deitamo-la mais ou menos às 20h e às 7h, se não antes, ela já está acordada.
Somos "criticados" porque a deitamos cedo demais, mas tanto eu, como o Pai, sabemos como é importante o sono. Tentamos "seguir" o ritmo dela e este diz que ela tem de ir para a cama a esta hora, mais tarde ninguém a atura.
Até aqui tudo bem... desde pequenina que seguimos sempre uma rotina (muda fralda, fecha estores, dá gotas, brinca um bocadinho e nana), nunca a levamos a jantar fora ou para actividades noturnas. Sacrificamos um pouco a nossa vida pessoal em prol do bem-estar dela e da Sua harmonia. Isto porque sabemos que as rotinas são tão importantes. Só a partir dos 2 anos, é que são permitidas escapadelas de vez em quando. Acredito que seja por isso que ela dorme tão bem de noite.
Mas é de dia que surge o problema, Ela cochila até às 8h com o pai e na minha mãe, ela volta a dormir das 11h00 às 13h00. Dorme super bem nesta altura. Mas como dorme tão bem, à tarde, depois do almoço não quer dormir. É uma luta e muitas vezes dorme apenas 30 minutos (1 hora qd a coisa corre bem).
Ao final da tarde está chateada, faz birras, porque está com sono.
E o meu dilema é este... a soneca de manhã só deve ser retirada entre os 18 e os 24 meses. A Mel está com 17 meses, o que mais mês, menos mês, não seria por aí. Experimentei este fim-de-semana e custa-me não a por a dormir de manhã. Fica a abrir a boca... que dó. Mas à tarde dorme um pouco melhor.
Um dilema... se continuo a luta ou se desisto!
Somos "criticados" porque a deitamos cedo demais, mas tanto eu, como o Pai, sabemos como é importante o sono. Tentamos "seguir" o ritmo dela e este diz que ela tem de ir para a cama a esta hora, mais tarde ninguém a atura.
Até aqui tudo bem... desde pequenina que seguimos sempre uma rotina (muda fralda, fecha estores, dá gotas, brinca um bocadinho e nana), nunca a levamos a jantar fora ou para actividades noturnas. Sacrificamos um pouco a nossa vida pessoal em prol do bem-estar dela e da Sua harmonia. Isto porque sabemos que as rotinas são tão importantes. Só a partir dos 2 anos, é que são permitidas escapadelas de vez em quando. Acredito que seja por isso que ela dorme tão bem de noite.
Mas é de dia que surge o problema, Ela cochila até às 8h com o pai e na minha mãe, ela volta a dormir das 11h00 às 13h00. Dorme super bem nesta altura. Mas como dorme tão bem, à tarde, depois do almoço não quer dormir. É uma luta e muitas vezes dorme apenas 30 minutos (1 hora qd a coisa corre bem).
Ao final da tarde está chateada, faz birras, porque está com sono.
E o meu dilema é este... a soneca de manhã só deve ser retirada entre os 18 e os 24 meses. A Mel está com 17 meses, o que mais mês, menos mês, não seria por aí. Experimentei este fim-de-semana e custa-me não a por a dormir de manhã. Fica a abrir a boca... que dó. Mas à tarde dorme um pouco melhor.
Um dilema... se continuo a luta ou se desisto!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Longe da vista, Longe do coração
A minha filhota continua com alergia à proteína do leite de vaca e eu felizmente continuo a amamentar... há 17 meses!
A esperança caiu por terra, não que alguma vez me tivesse convencido disso...
Acho que aos três anos, as coisas vão ser diferentes, mas até lá, vou ter de aceitar esta condicionante. E as coisas são como são! Sem dramas, sem medos..
O que importa é que ela está óptima, feliz, harmoniosa e cheia de vitalidade.
A esperança caiu por terra, não que alguma vez me tivesse convencido disso...
Acho que aos três anos, as coisas vão ser diferentes, mas até lá, vou ter de aceitar esta condicionante. E as coisas são como são! Sem dramas, sem medos..
O que importa é que ela está óptima, feliz, harmoniosa e cheia de vitalidade.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Em busca da harmonia familiar
Não se pense que os especialistas são perfeitos e sabem sempre tudo à primeira. Helena Marujo, professora na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, revela como, um dia, foi surpreendida pelo filho mais novo: «Mãe, ultimamente, só me dás ordens (vai tomar banho, lava os dentes antes de ires para cama, arruma a pasta, olha os sapatos no meio da sala…) ou só me perguntas pelas notas dos testes».
Antes, a psicóloga tinha-nos explicado «como é importante ouvir os filhos e aprender com os seus sinais, não ficar preso à ideia de que quem manda são os pais (apesar de esse ser um valor indiscutível), mas ter capacidade de ver a necessidade da sua própria mudança».
Por isso, ao ouvir as palavras do filho mais novo, Helena Marujo parou, engoliu em seco, reviu os episódios recentes e relembrou como se «identificava com uma mãe que deseja que a relação com o filho seja, sobretudo, positiva». Estava no momento de mudar a comunicação: «O Thomas tinha toda a razão. E eu apreciei aquele acto de amor, a pedir-me mudança. A cultura da nossa relação, tanto quanto o clima da nossa família, melhorou».
"Patrícia Lamúria Quinta"
terça-feira, 31 de maio de 2011
Vontade
Estou com uma enorme vontade de renovar o meu jardim, criar um espaço único, de recolhimento e fantasia, para mim, para o N. e para a nossa sweet Mel.
Já tenho a sorte de ter um espaço verde, que a maioria de nós, que vivemos na cidade, não temos, agora só falta transformá-lo. Espero é consegui-lo com pouco dinheiro!
O N. diz que coloca o estrado e eu ando a magicar o resto... Vamos lá ver!
Já tenho a sorte de ter um espaço verde, que a maioria de nós, que vivemos na cidade, não temos, agora só falta transformá-lo. Espero é consegui-lo com pouco dinheiro!
O N. diz que coloca o estrado e eu ando a magicar o resto... Vamos lá ver!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Tentação
Não são uma tentação? Queria comprar umas para a minha filha e outras para mim (esta parte é bem mais dificil)!
Em baixo de forma
Ando meia enjoada, com tonturas e muito cansada. É certo que não durmo bem há algum tempo, mas desconfio que o problema seja outro.
Desde que no Hospital me disseram que podia ingerir alimentos que contivessem proteínas de leite de vaca, porque a Mel já o tolerava, comecei a comer pão com manteiga, iogurtes, queijo, gelados, bolachas...
Enfim, tirar a barriga de misérias.
Sempre tive uma alimentação saudável e estes excessos devem-me estar a dar cabo do meu organismo. Sinto-me pouco saudável. Confesso que o prazer de comer, não compensa o mal-estar global. Gosto de sentir o corpo em harmonia e equilibrado.
Por isso, está decido, vou voltar aos meus velhos habitos. Legumes, fruta, e mais legumes e fruta, cereais e alguns (poucos) laticínios.
No que respeita ao equilibrio mental, nunca me senti assim, tão plena, tão completa, tão feliz! E a Mel contribui muito para isso!
Depois de fins-de-semana de trabalho, finalmente vou tirar uns dias para saborear a minha filhota.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Vídeo para amigas grávidas
Aviso prévio: Não é recomendável a indivíduos do género masculino (eles não iam aguentar), nem a Mulheres facilmente impressionáveis!
Sei que é um pouco explicito demais, mas resolvi postá-lo, porque tenho algumas amigas grávidas e achei este vídeo bastante esclarecedor. Tira um pouco aquela ideia de que ter um filho implica uma dor insuportável.
http://www.youtube.com/watch?v=cc43BDu_RoY&feature=related
Não coloquei o video directamente, porque assim, quer não quer, não vê.
Sei que é um pouco explicito demais, mas resolvi postá-lo, porque tenho algumas amigas grávidas e achei este vídeo bastante esclarecedor. Tira um pouco aquela ideia de que ter um filho implica uma dor insuportável.
http://www.youtube.com/watch?v=cc43BDu_RoY&feature=related
Não coloquei o video directamente, porque assim, quer não quer, não vê.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Os signos e as crianças
Os astros podem ajudar-nos a entender melhor as crianças e, consequentemente, a educá-las.
Carneiro
Esse pequeno nativo costuma ser muito decidido desde bem novo! Ele é capaz de se impor até perante os adultos! Por ser autoritário, ele sempre vai liderar seu grupinho de amigos. Para educá-lo, é preciso mostrar firmeza e não fazer todas as suas vontades. Essa criança frequentemente é impaciente, ansiosa e cheia de energia. Uma boa dica é colocá-la para fazer alguma actividade física e nunca deixá-la sem nada para fazer dentro de casa.
Touro
O pequeno taurino costuma ser teimoso e ciumento. Por isso, é preciso fazê-lo entender que os pais não são propriedades dele. Na hora de se desfazer dos brinquedos dessa criança, nada de decidir sem que ele saiba, já que ele se apega demais às coisas materiais. O contato físico é algo muito importante para o taurino desde o seu nascimento. Ele precisa ser cuidado com beijos, abraços e muito carinho.
Gémeos
A especialidade do pequeno geminiano é encher os pais de perguntas! É preciso paciência para explicar a este pequeno nativo tudo o que ele quiser saber. Já que se interessa tanto por novos conhecimentos, o ideal é que se estimule desde cedo neste nativo o hábito da leitura. Faça com que ele leia nas suas horas vagas. Outra coisa que o pequeno geminiano sabe fazer bem são amizades! Sempre muito falante, ele sempre será destaque na sala de aula. Só é preciso cuidado com a tendência que eles têm de fantasiar as coisas... É normal que as crianças desse signo gostem de aumentar e inventar histórias.
Caranguejo
Estes pequenos nativos costumam ser caseiros e ter dificuldade para fazer amizade com os vizinhos e os colegas de escola. O caranguejo, desde bem novinho, costuma demonstrar sua timidez. Não se assuste com a mania destas crianças de guardar bugigangas, pois elas vão querer coleccionar tudo o que puderem. Por ser muito manhoso, é bom ter cuidado para não mimar demais esse nativo, pois ele sabe como ganhar qualquer adulto no choro. É preciso criá-lo com muito carinho e incentivá-lo a fazer coisas novas e ganhar independência.
Leão
Cheio de ideias e independente, o pequeno leonino tem uma personalidade forte e gosta de se meter em todos os assuntos. Adora brincar com muitas crianças, desde que ele esteja sempre em destaque. Na escola, sua aula preferida é a de artes. É preciso ensinar-lhe desde cedo que as pessoas são diferentes e que não se pode ditar regras. Quando as coisas não acontecem do seu jeito, pode mostrar-se mal humorado.
Virgem
Desde bem pequeno, o virginiano demonstra habilidade manual e um óptimo raciocínio. Gosta de brincadeiras inteligentes, como jogos de adivinhações e educativos. Depois de brincar, o pequeno nativo vai organizar seus brinquedos. Já que adoram organizar tudo, os pais devem incentivá-los a ajudar nas tarefas do lar. A dedicação às pessoas estará presente desde seus primeiros passos.
Balança
A criança libriana é sociável, simpática e criativa. Adora passar o tempo livre com livros de colorir ou quadrinhos de pintura. Esse pequeno pode apresentar dificuldades para tomar decisões, por isso, é preciso que os pais o ajudem e o encorajem nessas horas. Seu comportamento é sempre muito agradável e adora conviver com os amiguinhos. Brincar sozinho é uma coisa que esse pequeno não sabe fazer muito bem.
Escorpião
O pequeno escorpiano é emocional, mas pode se mostrar indiferente. É preciso que os pais o façam entender que as pessoas são diferentes e que é preciso aprender a tolerar o lado positivo e negativo de cada um. Se isso não acontecer, esse pequeno tende a ser radical e a falar o que pensa, podendo magoar seus amiguinhos. Não importa a brincadeira, o que ele quer é vencer! Esse nativo gosta de brincadeiras de esconder e que exijam observação.
Sagitário
A criança de Sagitário topa qualquer brincadeira...O importante é se divertir! Por ser muito inquieta e espontânea, pode acabar não deixando ninguém brincar, pois vai querer fazer tudo sozinha. Os pais precisam ter cuidado para que o pequeno não fique acostumado a fazer tudo o que quer. Actividades ao ar livre e desporto são as melhores opções para entreter esses pequenos.
Capricórnio
Esse pequeno nativo sabe ser educado e respeitar seus pais. A criança capricorniana adora brincar com adultos e fazer de conta que está trabalhando. Ela não se deixa intimidar nunca e gosta que seus pais transmitam a ele força e segurança. Mostra-se de forma distante e desprendida para camuflar a sua sensibilidade. É preciso criá-lo com carinho e segurança, pois bem cedo já vão demonstrar maturidade.
Aquário
Inquieto, porém meigo. O pequeno aquariano é cheio de ideias e muito curioso! Esse nativo está sempre procurando o que fazer. Desde bem novo, demonstra seu interesse por tecnologia, e costuma adorar vídeo games e jogos tecnológicos. Os pais devem aceitá-lo, e não, querer mudá-lo, pois isso pode aumentar a sua rebeldia. Cuidado com os castigos! Deixá-lo um tempo sem poder falar com o amiguinho já é uma boa lição.
Peixes
Muito sensível e emotivo, o pequeno pisciano tem um ar angelical e sabe cativar todos que o rodeiam. Ele fará de tudo para agradar as pessoas! O carinho e o amor dos seus pais são importantes na sua criação. Por ser muito fantasioso, adora ouvir histórias antes de dormir. Só é preciso que os pais tenham o cuidado de ensinar a diferença entre sonho e vida real. Adoram desenhar, pintar e brincar na areia. Imaginar é com ele mesmo!
A astrologia conforme está aqui descrita é um pouco redutora, sendo que podemos ter características do nosso signo solar, mas também de muitos outros, porque o mapa astral é complexo. Mas não deixo de gostar destas curiosidades.
Para quem gosta de aprofundar conhecimentos nesta área e quer algo mais personalizado e fiável, existe um site brasileiro que é um dos melhores na área e que nos fornece vários estudos (mini) gratuitos e um horóscopo com os nossos principais trânsitos, que é absolutamente esclarecedor.
Aqui vai:
terça-feira, 17 de maio de 2011
Educar pela arte - dúvidas
Sei que ainda falta algum tempo, mas estou cheia de dúvidas quanto à escola da Mel.
O mais importante é a Mel ser feliz! Acredito que a pedagogia Waldorf é fantástica, porque trabalha cada ser como um indivíduo único, explorando as suas qualidades e trabalhando a criatividade. As crianças tornam-se diferenciadoras. E aqui reside o meu maior dilema!
A diferenciação é boa, porque numa sociedade global, quem tem potencialidades únicas, consegue encontrar o seu "nicho". Mas sei também que a diferenciação pode ser penalizadora, porque o ser diferente pode constituir um estigma.
Tudo depende da criança e apesar da Mel, aos poucos, se apresentar como uma pessoinha criativa e determinada, está naturalmente a se construir.
Este sistema de ensino não é muito comum em Portugal. Nos países nórdicos é um sistema de ensino apreciado e recomendado.
A pedagogia Waldorf foi idealizada pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner em 1919 na Alemanha. Esta pedagogia acredita que quando uma criança consegue relacionar o que aprende com as suas próprias experiências, o seu interesse vital desperta, a sua memória activa-se e o aprendido torna-se seu.
O sentir é estimulado na constante abordagem artística e nas atividades artesanais específicas para cada idade. O pensar é cultivado paulatinamente, desde a imaginação incentivada por meio de contos, lendas e mitos – no início da escolaridade –, até o pensar abstrato.
Procura-se desenvolver as qualidades necessárias para que os jovens floresçam e saibam lidar com as constantes e velozes mudanças que se apresentam no mundo, com criatividade, flexibilidade, responsabilidade e capacidade de questionamento.
Existem no Porto duas escolas, uma deles a Casa do Cuco (só jardim de infância), outra é a Escola dos Gambozinos que acolhe crianças dos 3 anos ao 5.º ano de escolaridade.
A Escola dos Gambozinos, para crianças dos 3 aos 11, 12 anos, tem escadas de madeira, fotos e trabalhos nas paredes, cortinas com pautas de música, sofás antigos, pianos em várias salas, mesas redondas e quadradas, quadros com giz, livros, espaços ao ar livre, uma sala com segredos onde se ensina Filosofia e História, uma biblioteca com um piano de cauda. Tem um cão que se chama Grão, peixes, pássaros e coelhos. Tem flores nos pátios. Uma sala onde se toca jazz. Segue um modelo que não é de uma escola, segue o modelo de oficinas. Tem regras, mas apenas normas que se destinam a desaparecer porque só essas, entendem, é que fazem sentido.
Em Lisboa existem mais!
Nos próximos tempos vou questionar-me, o que fazer? Espero encontrar a resposta certa!
quinta-feira, 12 de maio de 2011
O sorriso deles cria dependência
É por volta das seis semanas que ocorre o primeiro sorriso intencional, todos os sorrisos esboçados antes são apenas reflexos musculares.
Segundo o psicanalista austríaco René Spitz o sorriso é o primeiro organizador da personalidade e primeiro sinal de socialização. É assim que se aprende a dar e a receber. Neste caso, o bebé aprende que para receber a atenção da mãe ou do pai basta dar um sorriso. Depois, pensa que pode conquistar o mundo mostrando as gengivas e ri para tudo e para todos.
Aos seis meses, dá mais um passo no processo da comunicação: torna-se selectivo. Já não ri por tudo e por nada. Sorri mais para saudar quem conhece.
Entretanto, também começa a «dobrar o riso», a dar gargalhadas sonoras, de tal forma, que, às vezes, parece que vai ficar sem ar. Mas não fica. Os pais é que ficam quase com a respiração suspensa e os batimentos cardíacos acelerados de deslumbramento e felicidade!
É mesmo verdade!!!
terça-feira, 10 de maio de 2011
Contra o direito à greve
Eduardo Sá Quarta, 27 Abril 2011
"Sou contra o direito à greve! Não contra o direito a todas as greves, é claro, mas contra as greves em que as famílias vivem há tempo demais. Greve aos fins-de-semana, greve às tardes de sábado com chá e torradas, greve às visitas aos amigos e greve às viagens. Greve aos gestos de carinho, greve à tagarelice e greve aos mimos. Greve às perguntas embaraçosas e aos porquês. Greve ao direito de andar nas nuvens e ao brincar. Greve ao «já te disse hoje que gosto de ti?». Greve aos abraços e às festinhas. E greve ao direito de deitarmos a cabeça num colo de confiança e ao direito de, quase sem querermos, fecharmos os olhos, de seguida."
Tempo livre preenchido com criatividade
Quantas vezes não sabemos o que fazer com os nossos "piolhos" no fim de semana?
Queremos fazer uma festa de anos diferente e não sabemos como?
A Artista Graça Paz presenteia-nos com óptimas ideias...
As propostas são:
Ateliers para trabalhar a imaginação e a criatividade da pequenada...
e
Festas com arte:
"Em vez de chamar palhaços, ou fazer festas em locais desprovidos de criatividade, ou até, ficar com a casa destruída melhor será ficar com ela coberta de obras de arte!!"
Visitem o blog, é delicioso!
http://gracapazkidsblog.blogspot.com/
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Um mUndo melhor
Crise, só se fala de crise, como se de uma peste se tratasse, que assolou o nosso País e algo a que somos totalmente alheios.
O que mais me incomoda é que a visão do Mundo é estreita e ainda não compreendemos que estamos perante uma mudança profunda e que se não a aceitamos e nos adaptamos, vamos sofrer graves consequências.
Mas, como considero o Homem um ser inteligente, tenho esperança que consigamos percepcionar esta realidade e alterar esta nossa forma de agir.
A natureza está doente, consome-se e deita-se fora, alteramos padrões de consumo de alimentos, esquecemo-nos do que é reparar…
Às vezes dou por mim a pensar que me estou a transformar numa daquelas pessoas que pertence ao partido os “verdes”.
Mas não é disso que se trata, quanto mais vivo, menos me identifico com esta sociedade.
Estou cansada de aditivos, conservantes, estabilizadores, corantes e emulsionantes!
Vivo num dilema constante entre o que considero ser correcto e o melhor em termos sociais, e aquilo que acaba por ser mais fácil, que é seguir a maré.
Portugal tem uma oportunidade ser competitivo e basta para isso que apostemos no futuro e nas tendências, que certamente farão um País e um Mundo melhor:
- Eco-turismo;
- Agricultura Biológica;
- Produtos ecológicos;
- Energias renováveis;
- Design
Temos produtos únicos no mundo como a Maçã Bravo de Esmolfe ou a Pêra Rocha, os sabonetes da Ach. Brito, os sapatos da Fly London, o mobiliário da Piurra, e tantos outros.
Apostar na diferenciação, criando peças únicas, que nos fazem sentir especiais. Este é o caminho… E sempre com muito equilíbrio e respeito pela natureza e pelos outros.
Um gesto simples que todos podemos fazer e que contribui enormemente para o ambiente é diminuir o consumo de proteínas animais, carne e peixe. E é claro de artigos embalados (apesar de isso ser bastante mais difícil de evitar), prefiram sempre as embalagens de grandes formatos e optem por legumes e frutas sem embalagem.
Espero que a minha filha consiga partilhar as mesmas ideias e que o Mundo dela esteja bem mais harmonioso!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Actividades para bebés e crianças
Um espaço diferente, mesmo no centro do Porto, na Rua Miguel Bombarda. Chama-se Miguel Bombarda 566 e tem oficinas criativas para bebés e crianças.
Uma delícia...
http://bombarda566oficinasdeartes.blogspot.com/
Uma delícia...
http://bombarda566oficinasdeartes.blogspot.com/
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Entrevista fantástica a Eduardo Sá: Ser Pai
Eduardo Sá deixa uma mensagem para os pais e encarregados de educação: “os pais são seguramente muito melhores pais do que eles imaginam. Muitas vezes, há uma atmosfera no ar que eu não compreendo; é uma atmosfera alarmada que muitas vezes mostra perigos onde eles não existem, e eu gostava muito que os pais percebessem isso: que são os melhores pais que a humanidade já conheceu, não se demitam e escutem muitas mais vezes o vosso coração”.
Para o professor e pedopsiquiatra existem três regras importantes na educação de uma criança: “o mais tempo possível de colo, autoridade e autonomia, porque crianças autónomas são crianças saudáveis”.
Para Eduardo Sá, as crianças da sociedade actual são “mais intensas”.
Seguem excertos de uma entrevista fantástica que deu ao Jornal "as beiras":
Disse um dia que as crianças estão em vias de extinção…
Estão. Não digo isso pelo facto de o Governo e a oposição as terem transformado numa espécie de conta poupança reforma. Acho até divertido que se fale de tudo e mais alguma coisa nas várias campanhas – presidenciais incluídas – e as questões das crianças e a política de fundo para a família nem sequer exista. Portanto, o que é que a mim me preocupa? Preocupa-me esta ideia complemente absurda de crescimento, que dá a entender que as crianças têm que ser jovens tecnocratas de fraldas antes dos seis, têm que ser jovens tecnocratas de mochila depois dos seis e têm que ser jovens tecnocratas de sucesso ao entrarem na universidade para que, finalmente – como se fosse uma linha de montagem –, saíssem todos mestres. Mestre é a designação mais vergonhosa que eu já vi para um título académico, porque é um título que reconhecemos aos sábios.
Andamos a enganar os jovens?
Isto é o cúmulo da publicidade enganosa. Explicar a miúdos com 22 e 23 anos que são mestres, de maneira a esperar que eles sejam, de preferência, ídolos antes dos 30… Anda toda a gente num registo eufórico e doente, que não percebe que as pessoas precisam de tempo para crescer. Acho engraçadíssimo quando dizem com orgulho que no jardim-de-infância há crianças que já sabem ler e escrever, mas não é isso que as torna mais sábias. Às vezes, as pessoas confundem macacos de imitação com crianças sábias. Acho engraçadíssimo quando as crianças não podem errar – eu julgava que errar era aprender. Mas não: as crianças têm que ter notas que são insufladas sabe Deus pelo quê. Vivem empanturradas em explicações. Se os pais puderem utilizar todo o tempo que a escola coloca ao serviço das famílias, elas podem passar 55 horas por semana na escola… Estamos a espatifar a infância das crianças, a espatifar a adolescência e, depois, com um olhar absolutamente cândido, dizemos que elas têm défi ces de atenção.
Existe a ideia que as pessoas mais escolarizadas são pessoas mais educadas?
Vive-se com essa a ideia. E peço desculpa, mas as pessoas, com toda a boa vontade do mundo, estão a tornar as crianças mais estúpidas. Se as crianças não aprendem a tolerar as frustrações, nunca hão de ser engenhosas e nunca hão de aprender com as dificuldades. A dor dói, magoa, mas é uma oportunidade de crescimento e não há dores que venham por bem. As dores são as grandes oportunidades para nos interpelarmos e para nos transformarmos. E nós não damos oportunidade às crianças para serem crianças. Queremo-las como fossem clones daquilo que nós sonhámos ser, mas que não fomos capazes. E, nestas circunstâncias, tem que haver alguém com algum bom senso que diga “tenham cuidado que estão a comprometer tudo”.
As crianças brincam pouco?
As crianças brincam de menos. Se houvesse em Portugal um Ministério da Educação digno desse nome, teria outro tipo de cuidado com os recreios das escolas. Os recreios das escolas públicas são uma vergonha. Não reúnem condições indispensáveis para brincar. As escolas deviam ter recreios cobertos, mas brincar é, para os governantes, uma atividade tipo primavera-verão: quando está frio e a chover, as crianças não podem ficar nas salas, não podem ficar nos espaços comuns, não podem andar na chuva… Brincam nos beirais, que é uma preparação para os desportos radicais. Mas, na falta de cuidados em relação às crianças, há um exemplo que é o mais delicioso do mundo: não compreendo porque é que as crianças têm uma disciplina de Educação para Saúde e depois, nomeadamente nas escolas públicas, as casas de banho dos alunos não cumprem as condições indispensáveis em termos de saúde pública. Para a ASAE, a segurança alimentar é importante, a contrafação é importante. As crianças, não.
É possível ensinar as pessoas a serem bons pais?
É. Os pais precisam de falar pelos filhos: eles sabem muito bem que quem nos ama diz-nos por atos (e por omissões) qualquer coisa como: “sente-me em ti, pensa por mim e fala por nós”. E, de facto, os pais às vezes sentem, pensam, mas não falam. Não falam nem por eles, nem pelos filhos. Ensinar pode fazer-se de maneira divertida, pode significar dizermos aos pais que estão obrigados a dar uma hora por dia aos filhos. Uma hora de mãe ou uma hora de pai, faz muito melhor do que o óleo de fígado de bacalhau para as crianças crescerem. E é necessário dizer aos pais que têm fazer, pelo menos, uma asneira de oito em oito horas. Os pais que não fazem asneiras não são bons pais.
Costuma dizer que as pessoas têm o coração apertado até ao último botão. É o que se passa com os pais?
Acho que somos todos mal-educados. Todos tivemos uma educação judaico-cristã, uma educação positivista que, em muitos aspetos foi importante, mas que criou um vício de forma muito cartesiano que nos leva a imaginar que, quanto mais racionais, melhores pessoas. Fomos todos mal-educados para as emoções. Ainda continuamos a achar que ter raiva é uma coisa feia, como se a raiva não fosse o melhor ansiolítico do mundo. Quem assume que tem ódio de vez em quando? E o ódio só acontece quando alguém que nos ama nos magoa muito. As emoções são um GPS fantástico que temos na nossa vida e nós somos educados para reprimir as emoções. Quando reprimimos as emoções, além dos efeitos neurológicos que isto provoca, vai introduzir uma coisa que é pior: à medida que não transformamos as emoções em palavras, passamos a ficar partidos ao meio. Sentimos tudo, somos tremendamente intuitivos, mas depois deixamos de aprender a falar. Quanto menos somos educados para as emoções, menos educados nos tornamos para as palavras e mais começamos a adoecer.
Somos, então, mal-educados para o amor?
Somos também mal-educados para o amor. Mas para que é que é preciso educação sexual nas escolas? Vai-me desculpar, a sexualidade faz muito bem à saúde. Mas muitas vezes esta “educação moral e religiosa parte II” está a partir do pressuposto de coisas erradas. Educar para o amor é uma coisa muito mais séria. É muito importante dizer o que é o aparelho reprodutor e falar de meios contracetivos… nada disso merece questão. Mas o que eu gostava é que também se explicasse o que é que são as relações amorosas. Devia ou não devia ser proibido casar com o primeiro namorado? Só devia. Quer dizer: passamos a vida a dizer que errar é aprender, mas nas relações amorosas temos que acertar à primeira. Onde é que isto já se viu? Isto é mentira. Se queremos educar para as relações amorosas, devíamos dizer que devia ser proibido casar para sempre.
Não devia ser para sempre?
São todas para sempre. Mas o que eu gostava que as pessoas percebessem é que quanto mais importante é uma relação mais frágil se torna. Porque exigimos às pessoas que amamos – e bem –aquilo que não exigimos a mais ninguém. E quanto mais importante for uma relação, mais preciosa ela é. Era muito bom que nós dissemos que todas as relações morrem, sobretudo as mais importantes e, sobretudo, se foram maltratadas. No fundo, educam-nos para nós abotoarmos o coração até o último botão. E, às vezes, as pessoas despem-se facilmente por fora e têm dificuldade em perceber que o grande desafio da vida é despirmo-nos por dentro. É darmo-nos a conhecer por dentro.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Amamentação após 1 ano de idade
AHHH!! É verdade, continuo a amamentar...
E ouço, ainda amamentas? Sim, mas alguém já se lembrou de perguntar a um Macaco (ou a outro mamífero qualquer) se vai continuar a amamentar a Sua cria de 1 ano de idade. Lógico que não, é natural que o faça, amamentam até aos 4 anos...
Sei que não somos macacos, mas somos mamíferos e enquanto temos leite devemos amamentar, pelo menos enquanto mãe e filho se sentirem confortáveis, que é basicamente o mais importante.
Por isso, sem recriminações ou julgamentos, porque também não julgo ninguém por não amamentar!
E ouço, ainda amamentas? Sim, mas alguém já se lembrou de perguntar a um Macaco (ou a outro mamífero qualquer) se vai continuar a amamentar a Sua cria de 1 ano de idade. Lógico que não, é natural que o faça, amamentam até aos 4 anos...
Sei que não somos macacos, mas somos mamíferos e enquanto temos leite devemos amamentar, pelo menos enquanto mãe e filho se sentirem confortáveis, que é basicamente o mais importante.
Por isso, sem recriminações ou julgamentos, porque também não julgo ninguém por não amamentar!
Apaixonados
Já não coloco um post há muito tempo.
Não me tem apetecido.
Mas hoje apeteceu-me!
A minha filhota está fantástica... Não deixa de ter os seus altos e baixos (o meu coração fica apertado dia sim dia não), mas quando olho para ela, noto que está mais robusta, mais resistente.
É uma bebé, quase menina, independente, criativa e curiosa, muito bem disposta e com uma ternura imensa.
Cada vez mais dou valor ao meu jardim, que me possibilita momentos deliciosos na companhia dela. Ela adora mexer na terra, nas flores, nas pedrinhas... uma delícia.
E passaram-se quase 16 meses desde a Sua existência e desde a minha mudança...
A nossa relação é cada vez mais empática e contagiante. E alegro-me porque a do N. com ela também.
No fundo somos uma família de apaixonados!
domingo, 16 de janeiro de 2011
O tempo depois de sermos Mães
O tempo é uma coisa estranha. A minha filha fez um ano ontem e eu pergunto-me como é possível já ter passado um ano. O tempo passa a correr, mas também passa devagar!
Vivo cada dia intensamente, porque o amor que sinto por ela é inexplicável e cada instante é delicioso, repleto... São longas as horas que passo longe dela e conto os minutos para o reencontro.
Temos pouco tempo para nós e quando o arranjamos, desejamos que passe depressa.
E o mais engraçado é que me dizem que esta paixão é para a vida toda... Porque ser Mãe é isto mesmo!
Vivo cada dia intensamente, porque o amor que sinto por ela é inexplicável e cada instante é delicioso, repleto... São longas as horas que passo longe dela e conto os minutos para o reencontro.
Temos pouco tempo para nós e quando o arranjamos, desejamos que passe depressa.
E o mais engraçado é que me dizem que esta paixão é para a vida toda... Porque ser Mãe é isto mesmo!
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