terça-feira, 26 de julho de 2011

Ter tempo para os filhos


A nossa vida é sempre uma correria. Parece que passo a vida de tarefa em tarefa sem um pouco de descanso.

Isto porque a minha vida agora tem duas partes, a que passo nos meus afazeres e aquela que passo com a Mel.

O psicologo Eduardo Sá diz que nós somos a geração dos "melhores pais", porque temos uma relação mais próxima com os nossos filhos e porque quando estamos com eles, dispendemos efectivamente de tempo para os mimar, brincar, educar, etc.

E eu revejo-me nesta descrição. A maior parte do tempo, quando estou com a minha filha estou de facto com ela. E quando estou a fazer uma tarefa tento incluí-la na mesma, como quando estou a cozinhar, dou-lhe uns utensílios e partilho alguns ingredientes.

Então a minha vida teve de ser totalmente reprogramada, não tanto porque ela me impeça de fazer algo, mas porque quando estou com ela, quero dar-lhe tempo. 

A Vida fica tão mais colorida! Nós redescobrimos o quotidiano através dos olhos de uma criança, deixando-nos apaixonar pelos pequenos nadas do dia a dia, pela natureza surprendente e pelo sorriso contagiante.

Deve ser por isso que me sinto tão feliz, não apenas por alguns momentos ou instantes, mas uma felicidade interior, sentida e partilhada. Adoro a minha Família!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Quero mais




A minha princesa já tem 18 meses e faz-me tão feliz. Está tão grande. Dizem que quando fazem 18 meses deixam de ser bebés e entram na etapa de serem crianças. e é mesmo verdade... 
Melhoram a comunicação e são pequeninas pessoas com vontades e afirmações, e mais, muitas mais negações...
Quero mais!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Os Homens precisam de mimos

Tenho de comprar este livro, que pela entrevista me parece delicioso e divertido. Um livro para mim e para o N., porque acho que ele também se vai rever nestes textos!





Este livro nasce de um grito de revolta: porque é que as mulheres hão-de ter o exclusivo das queixinhas sobre a vida doméstica? O que não falta por aí é literatura sobre a sacrificada mulher moderna e a forma heróica como ela conjuga o trabalho e a família. Nada contra. É tudo verdade. Mas e os homens? Alguém acha que o mundo está fácil para nós? Hoje em dia, qualquer homem digno desse nome tem de ganhar a vida, amar a esposa, tratar dos filhos, cuidar da casa, fazer o jantar, baixar a tampa da sanita, e, já agora, telefonar à sogra no seu dia de anos, com voz fofinha. E no entanto, quem fala de nós? Quem derrama uma única lágrima pelo nosso esforço? O sofrimento masculino anda há décadas a ser silenciado. Mas isso acabou. Não mais. Sou um jornalista de 37 anos com três filhos e uma certeza: o homem moderno precisa de mimo, como nunca precisou desde que o primeiro australopiteco pisou o planeta. Precisa de ajuda, de atenção, de carinho. E por isso precisa de um livro como este: orgulhosamente queixinhas, que ninguém é de ferro. - João Miguel Tavares

Fame I want to live forever

Sempre adorei dançar... E a minha filhota também adora abanar o corpo ao som da música...
E apeteceu-me recordar a minha série favorita de outros tempos, que eu devorava com atenção de devoção e que me enchia a alma de uma energia explosiva...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Cada vez mais Pais decidem não vacinar os filhos


São cada vez mais os pais que dizem não às vacinas. Há bebés que nunca são vacinados ou que não recebem todas as imunizações previstas.

A recusa prende-se com o receio de introduzir substâncias no organismo dos bebés, substâncias essas que poderão afectar o metabolismo. Outras das razões apontadas são as consequências, a médio/longo prazo, dos produtos que compõem as vacinas no organismo de seres tão pequeninos, como são os casos dos derivados de mercúrio, alumínio, gema de ovo ou antibióticos.

Ao contrário do que se poderia pensar, em Portugal a vacinação infantil não é obrigatória – à excepção da difteria e do tétano – mas sim altamente recomendada, seguindo os princípios da Organização Mundial de Saúde.

Esta tendência é crescente na Europa, muito mais do que em Portugal. Portugal ainda é o único País da Europa a vacinar à nascença os seus bebés.

Mas as vacinas previnem doenças periogosas.

Decisões dificeis estas...






terça-feira, 5 de julho de 2011

Sabe bem ouvir


Adoro estas músicas da Márcia...

A primeira desconhecida mas deliciosa, a segunda conhecida e igualmente fantástica.

Uma em cada três crianças é alérgica


Uma em cada três crianças portuguesas sofre ou já sofreu de doença alérgica, patologia que é mais prevalente na idade pediátrica e que geralmente se torna uma companhia ao longo da vida. O panorama foi traçado à agência Lusa pelo presidente da nova Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica, estrutura hoje formalmente criada, com o objectivo de fazer parcerias com outras entidades, estando em pé de igualdade com as sociedades congéneres.

Segundo Libério Ribeiro, cerca de 80% das doenças alérgicas começam nos primeiros anos de idade e são em grande parte hereditárias. Nos primeiros meses de vida, a alergia mais frequente é a de origem alimentar, com a intolerância à proteína do leite de vaca a surgir em primeiro lugar, seguida do ovo, peixe e frutos secos. A partir dos dois ou três anos começam a aparecer as alergias por via respiratória ou inalatória. Ácaros ou animais são os principais responsáveis por estas alergias nos primeiros anos, com a intolerância aos pólenes a surgir geralmente por volta dos seis ou sete anos.

No fundo, o que se nota na criança é uma evolução do tipo de alergia ao longo do crescimento, num movimento que Libério Monteiro designa como marcha alérgica. Primeiro, manifestações de alergia alimentar, depois eczema e alergia respiratória. Estas doenças vão acompanhar as crianças até à idade adulta, porque há sempre uma base alérgica, mas o especialista lembra que «uma alergia bem controlada corresponde a uma alergia curada».

O presidente da Sociedade de Alergologia Pediátrica lamenta que haja uma subvalorização destas doenças que começa logo nos próprios pais e que se estende muitas vezes a alguns médicos. «Há médicos que se limitam a tratar os sintomas que se vão apresentando sem tratar a origem da doença. Temos de nos lembrar que são doenças inflamatórias crónicas que têm de ser tratadas», referiu.

Para Libério Ribeiro, as doenças alérgicas são das mais subvalorizadas, subdiagnósticadas e subtratadas. «Há um papel a fazer na educação de quem trabalha com a criança, como professores, assistentes escolares. É preciso fazer uma educação ao nível da escola e dos pais, até para que reconheçam e valorizem os sintomas», reconheceu.

Fonte: Revista Pais e Filhos