sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Desenvolvimento da criança (de 2 a 3 anos)


Desenvolvimento Físico
• À medida que o seu equilíbrio e coordenação aumentam, a criança é capaz de saltar, andar ao pé-coxinho ou saltar de um pé para o outro quando está a correr ou a andar;
• É mais fácil manipular e utilizar objectos com as mãos, como um lápis de cor para desenhar ou uma colher para comer sozinha;
• Começa gradualmente a controlar os esfíncteres (primeiro os intestinos e depois a bexiga);


Desenvolvimento Intelectual
• Fase de grande curiosidade, sendo muito frequente a pergunta "Porquê?";
• À medida que se desenvolvem as suas competências linguísticas, a criança começa a exprimir-se de outras formas, que não apenas a exploração física – trata-se de juntar as competências físicas e de linguagem (por ex., quando faço isto, acontece aquilo), o que ajuda ao seu desenvolvimento cognitivo;
• É capaz de produzir regularmente frases de 3 e 4 palavras. A partir dos 32 meses, é já capaz de conversar com um adulto usando frases curtas e de continuar a falar sobre um assunto por um breve período;
• Desenvolvimento da consciência de si: a criança pode referir-se a si própria como "eu" e pode conseguir descrever-se por frases simples, como "tenho fome";
• A memória e a capacidade de concentração aumentaram (a criança é capaz de voltar a uma actividade que tinha interrompido, mantendo-se concentrada nela por períodos de tempo mais longos);
• A criança está a começar a formar imagens mentais das coisas, o que a leva à compreensão dos conceitos – progressivamente, e com a ajuda dos pais, vai sendo capaz de compreender conceitos como dentro e fora, cima e baixo;
• Por volta dos 32 meses, começa a apreender o conceito de sequências numéricas simples e de diferentes categorias (por ex., é capaz de contar até 10 e de formar grupos de objectos - 10 animais de plástico podem ser 3 vacas, 5 porcos e 3 cavalos);

Desenvolvimento Social
• A mãe é ainda uma figura muito importante para a segurança da criança, não gostando de estranhos. A partir dos 32 meses, a criança já deve reagir melhor quando é separada da mãe, para ficar à guarda de outra pessoa, embora algumas crianças consigam este progresso com menos ansiedade do que outras;
• Imita e tenta participar nos comportamentos dos adultos: por ex., lavar a loiça, maquilhar-se, etc.
• É capaz de participar em actividades com outras crianças, como por exemplo ouvir histórias;

Desenvolvimento Emocional
• Inicialmente o leque de emoções é vasto, desde o puro prazer até à raiva frustrada. Embora a capacidade de exprimir livremente as emoções seja considerada saudável, a criança necessitará de aprender a lidar com as suas emoções e de saber que sentimentos são adequados, o que requer prática e ajuda dos pais;
• Nesta fase, as birras são uma das formas mais comuns da criança chamar a atenção – podem dever-se a mudanças ou a acontecimentos, ou ainda a uma resposta aprendida (as birras costumam estar relacionadas com a frustração da criança e com a sua incapacidade de comunicar de forma eficaz);

SINAIS DE ALERTA
• Adaptabilidade excessiva: retirada, passividade;
• Medo excessivo;
• Falta de interesse pelos objectos, pelo meio ou pelo jogo;
• Alterações de humor excessivas, bater ou morder de forma incontrolável;
• Birras prolongadas, com muito pouca tolerância aos limites impostos pelas figuras cuidadoras;
• "Consciência de si" muito frágil, que se pode traduzir na: dificuldade de tomar decisões; aceitação passiva das imposições dos outros; incapacidade de se identificar como "eu";
• Atraso significativo ao nível da linguagem: por exemplo, não é capaz de produzir frases simples (3, 4 palavras);
• Sono: dificuldade em adormecer sozinho; insónias

sábado, 15 de outubro de 2011

Reflexão

Não tenho escrito no meu blog, porque não tenho tido tempo ou disposição. Mas hoje à noite deu-me uma vontade irresistível de escrever umas linhas... sobre tudo e nada.
Hoje começou verdadeiramente o principio de algo. Todos sabíamos que as coisas não estavam bem. Contudo, quinta-feira o povo português entrou em choque. Tivemos uma sexta-feira apática, triste e desanimada.
E eu que estava tão cansada da palavra crise, parece-me que estou sempre a embarrar nela, nas notícias, nos jornais, na boca do mundo. E este espírito derrotista cansa-me.
As coisas estão mal, aliás péssimas na perspectiva económica. Ganhamos menos, pagamos mais e temos menos direitos.
Mas para mim o mais grave não são estas realidades, são outras... A perda de direitos, a falta de respeito e de liberdade... Parece que ninguém vê... Que quem nos dirige só pensa em finanças públicas, em equilibrar os desvios orçamentais e em prolongar o estado das coisas e da forma como vivemos.
E por isso, vamos todos trabalhar mais meia hora, porque já passamos todo o dia a trabalhar, mas como não chega, a solução é prescindir do tempo em família.
Vamos entregar os nossos filhos a estranhos para os criar. Vamos ser pouco presentes, chegar a casa mais tarde e deitá-los cedo. Dá tempo para meia hora de carinho e pouco mais. E isto é uma solução apresentada.
E os países nórdicos, que têm uma alta taxa de produtividade e às 16h já estão em casa com os seus filhos, a trabalhar a sua educação e instrução? E porque é que dão a possibilidade dos Pais ficarem com os filhos os primeiros anos em casa, recebendo por isso? Porque os jovens são o nosso futuro. E são com certeza mais equilibrados, quando acompanhados. Apostam na formação, na cultura.
Acreditam numa sustentabilidade, na protecção ambiental e nos produtos biológicos.
Estou cansada de corrupção, de injustiças sociais e de rendimentos mínimos. Estou cansada de pouca visão de futuro e poucas soluções.
E pergunto-me onde está o plano de salvação nacional? Porque não seguimos as tendências nórdicas? Porque não apoiamos verdadeiramente a criação de empresas fabricantes? Porque não se acabam com os poderes instalados..
Estou sentada e acabei de ver uma reportagem sobre a Guiné-Bissau. Eles sim vivem na miséria, sem instrução, sem saneamento, sem ter o que comer...
E daqui a umas décadas, se nada fizermos somos nós, a dita Europa desenvolvida. Os portugueses acham que pior não pode ficar, mas pode se não mudarmos. Se não apostarmos no que é estratégico. Se não voltarmos para a terra, se não entrarmos em conjugação com a natureza. Precisamos de a respeitar, de a aceitar e viver com menos coisas, mas bastante melhor.
Depois destas notícias, só me apeteceu sair do Porto, abandonar tudo e ir para o interior, viver com tempo para a minha filha e para mim.
Para SER FELIZ... Nós vivemos para sermos felizes, não uns desgraçados, que nos lamentamos por tudo, que aceitamos os fatalismos politicos e económicos. Basta começarmos por nós.
Eu sexta-feira estava triste, mas hoje já não! Fiz um esforço por mim, pela minha familia e acima de tudo pela minha filha. Estou bem disposta, porque sei que isto tem de acontecer para mudarmos.
Muitos falam do fim do mundo e eu acredito que isto tratasse mesmo do fim do mundo. Pelo menos, como nós o conhecemos. Estamos a aprender uma lição... Mas enquanto o fazemos, vamos tentar levá-la como uma necessidade!
Vamos dar tempo aos nossos filhos, a nós, a espalhar sorrisos e felicidades!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Loviu Kids


Queria deixar-vos aqui o link da minha loja. Sim, abri uma loja com artigos de design para bebés e criança.
Como achei dificil encontrar coisas unicas para a minha filhota, que marcassem a Sua infância.... Decidi procurá-los e colocá-los ao dispor de qualquer mãe...
Deivo-vos o convite...

http://loviukids.blogspot.com/p/os-nossos-produtos.html
Outra super novidade...
Existem uns flocos, que podemos dar aos nossos filhos da Nutriben, sem leite... Flocos de trigo ou flocos de trigo com fruta. São cereais de pequeno almoço. São deliciosos e a Mel adora.

Alternativas à Soja e ao Leite

Para mães cujos filhos são alérgicos à Proteína do Leite de Vaca, são inúmeras as dificuldades. A de encontrar alimentos e principalmente a de oferecer uma dieta variada e com valor nutricional adequado.
E depois surgem as dúvidas... Se não pode beber leite de vaca, deverá beber leite de soja?
Em muitos casos esta hipotese nem se coloca porque por vezes quem é alérgico ao leite de vaca também o é à soja.
Mas para as mães que têm esta opção, devo dizer-vos que também não têm tarefa fácil.
Isto porque a Soja não deve ser uma opção para bebés e mesmo para crianças há que ter cautelas. Isto porque a soja tem fitoesterois que intereferm com o nosso sistema hormonal. E na crianças em desenvolvimento, as consequências são prejudiciais. As raparigas têm tendência a atingir a puberdade mais cedo e os rapazes ficam com peito e por aí fora.
Deixo-vos um pequeno texto da super nutricionista, Solange Burri.
 http://solangeburri.blogspot.com/2009/03/duvidas-de-mamas-sobre-o-leite-de-soja.html

Conclusão temos que encontrar outras soluções e que soluções existem?

Para bebés até aos 3 anos é melhor manter o Leite materno ou se tal não for possível Leite Hidrolisado. Que é caro, mas que é a melhor solução. Depois dos 3 anos podemos variar, ou com leite de aveia, ou de arroz, ou outro vegetal. O ideal é variar!

Deixo aqui um dos leites o de aveia.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Marsupio mochila

Se soubesse o que sei hoje, tinha comprado este Marsupio. Para além de lindo tem a facilidade de poder andar de costas, que agora dava imenso jeito. Será que é demais pedir isto como prenda de anos?



Onde? Na Prenatal...


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Great Music

The Beauty of Bonding



Começa a chegar esta fase da minha filhota, que é deliciosa. O do faz de conta!
The Beauty of Bonding sem duvida! A proximidade constroi-se assim...
E com os meninos também se consegue... com espadas e carros, mas consegue-se!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Hot music

E agora uma musiquinha super sexy, num hot day!

Dicas

Juro que é o último video!!! Mas estes são dicas importantes...
Gostaria de ter visto isto antes da Mel ter nascido.


videos amamentação

Achei estes videos deliciosos ... e úteis

Amamentar

Uma amiga, que será mamã em breve, colocou-me algumas questões sobre a amamentação, aspectos práticos, que vou compartilhar:

- Sim é verdade, amamentar queima cerca de 500 calorias por dia, às vezes mais. Mas também verdade que temos uma fome voraz.
- Nos primeiros dois meses de amamentação temos uma sede colossal. Parece que por mais que se beba, nunca é suficiente.
- Ficamos com um peito grande, em especial nas primeiras 8 semanas. Não havia camisa que me servisse. Por uma vez na vida, fiquei com o peito fantástico. Com o tamanho ideal! Pena que não dure para sempre.
- Ter uma camisola seca durante mais de meia hora é uma proeza. O peito pinga e esguiça. Antes desta experiência achava que apenas vertia, tipo pingo, mas nós temos canais ou melhor ductos, que desbloqueados, soltam leite. Então são vários esguiços ao mesmo tempo. Existem uma conchas no mercado, mas acho-as desconfortáveis.
- Sentimo-nos um pouco mais cansadas, mas também é mais fácil dormir. Isto porque ao amamentarmos produzimos um sonifero natural. E porquê? O nosso corpo é tão maravilhoso, porque ao amamentarmos precisamos de descansar mais e porque geralmente o bebé quer mamar à noite e temos de despertar, o corpo liberta este sonífero para adormecermos rapidamente. E as vantagens não ficam por aqui, também esta substância é transmitida ao bebé através do leite e ele adormece passado pouco tempo. No leite de lata isto não acontece.
 - Um bom sitio para comprar soutiens de amamentação http://damadecopas.pt/
- Quanto mais leite o bebé mamar, mais leite produzimos. Por isso, para aumentarmos a produção basta dar de mamar mais vezes. Se não resultar estimule com a máquina e tome promil ou comprimidos de levedura de cerveja.
- As vantagens para o bebé são: anticorpos que lhe são passados, como o nosso leite tem omega 3 está provado que nos potencia a inteligência, diminui em 50% a possibilidade de vir a ter miopia, para além do reforço e estimulo afectivo. E igualmente importante é o alimento mais completo.
- Vantagens para  mãe: emagrece mais facilmente, previne o cancro do útero e da mama, contribui para que o utero volte mais rapidamente ao seu tamanho original.... e também aqui o vinculo afectivo.


Fim do Mundo


Não sei bem explicar porquê, mas os confrontos em Londres estão a assustar-me. Assusta-me a fragilidade deste sistema.
A capacidade de alguns individuos aterrorizarem uma população inteira...
Os confrontos, as pilhagens, os incêndios. A crueldade e a indiferença...
Estararemos pertos do fim do Mundo?

Defendo sempre a teoria de que o ser humano tem sempre evoluído para melhor... Que somos todos mais tolerantes e sensíveis... Basta vermos a história para o atestar: abolimos a escravatura, acabamos com os despotas, etc.... Mas às vezes apetece-me fazer uma repiscagem de algumas formas de ser e sentir do passado: poder deixar a porta aberta, poder confiar na palavra de alguém e viver feliz com o que a natureza tem para oferecer.  

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Saúde mental das crianças é condicionada por estilo educativo dos pais


Adaptar a forma de educar à personalidade das crianças tem impacto na saúde mental dos mais novos. Se os pais souberem fazer uma boa adaptação à personalidade do filho podem reduzir para metade o risco de depressão e sintomas de ansiedade na criança.
É a conclusão de um estudo realizado na Universidade de Washington, que envolveu 214 crianças de nove anos, com as suas mães.
As crianças têm diferentes características que as tornam mais ou menos vulneráveis à depressão e ansiedade e reagem de formas também diferentes às mesmas estratégias educativas por parte dos pais. Ou seja, a mesma receita não serve para todos nem terá os mesmos resultados seja qual for a personalidade da criança. Realidade que, de resto, todos os pais com mais do que um filho já devem ter comprovado.
As crianças que têm um maior controlo das suas emoções e acções têm mais probabilidades de desenvolver ansiedade ou depressão se tiverem pais muito controladores. Da mesma forma, serão mentalmente mais saudáveis se os pais souberem, à medida do seu desenvolvimento, estimular a autonomia.
Pelo contrário, as crianças com menos capacidade para regular as suas emoções irão beneficiar com um estilo educativo que lhes ofereça uma estrutura mais rígida e um apoio mais próximo por parte dos pais.

Fonte Mãe Iol

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

receita de bolachinhas


Ingredientes
2 Chávenas de aveia
1/2 Chávena de Farinha para bolos
1/2 Chávena de Coco Ralado
1/2 Chávena de Azeite
1 Chávena de Açucar Mascavado
2 Ovos

Levar ao forno a 170/180 graus durante 20/30 minutos.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Bolachas sem leite

Lá ando eu a desencantar receitas para mim e para Mel.
Continuamos com a dieta isenta de leite e não é fácil saciar os desejos de algo docinho.
Corta-me o coração quando alguém está a comer algo que ela quer e não lhe posso dar.
Por isso, tenho de a compensar e a mim também.. Este fim de semana mais umas sessões de culinárias e a casa a cheirar a bolo caseiro.
E por mais que me custe esta dieta, estes pequenos rituais de confeccionar bolachas em casa, dão-me imenso prazer.
Sonho que a Mel chegue aos 24 meses livre desta alergia. Faltam apenas 6 meses... Ainda este fim de semana fiz uma asneira que deixou marcas: diarreira, má disposição e falta de apetite.
Agora segue-se uma dieta intensa, porque ainda hoje li que a isenção total de leite e de vestígios de leite durante 6 meses, é a única hipotese de cura.
Para as Mães que têm o mesmo problema, deixo aqui um site, brasileiro como é óbvio, com informações e receitas!
http://www.alergiaaoleitedevaca.com.br/index.php

terça-feira, 26 de julho de 2011

Ter tempo para os filhos


A nossa vida é sempre uma correria. Parece que passo a vida de tarefa em tarefa sem um pouco de descanso.

Isto porque a minha vida agora tem duas partes, a que passo nos meus afazeres e aquela que passo com a Mel.

O psicologo Eduardo Sá diz que nós somos a geração dos "melhores pais", porque temos uma relação mais próxima com os nossos filhos e porque quando estamos com eles, dispendemos efectivamente de tempo para os mimar, brincar, educar, etc.

E eu revejo-me nesta descrição. A maior parte do tempo, quando estou com a minha filha estou de facto com ela. E quando estou a fazer uma tarefa tento incluí-la na mesma, como quando estou a cozinhar, dou-lhe uns utensílios e partilho alguns ingredientes.

Então a minha vida teve de ser totalmente reprogramada, não tanto porque ela me impeça de fazer algo, mas porque quando estou com ela, quero dar-lhe tempo. 

A Vida fica tão mais colorida! Nós redescobrimos o quotidiano através dos olhos de uma criança, deixando-nos apaixonar pelos pequenos nadas do dia a dia, pela natureza surprendente e pelo sorriso contagiante.

Deve ser por isso que me sinto tão feliz, não apenas por alguns momentos ou instantes, mas uma felicidade interior, sentida e partilhada. Adoro a minha Família!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Quero mais




A minha princesa já tem 18 meses e faz-me tão feliz. Está tão grande. Dizem que quando fazem 18 meses deixam de ser bebés e entram na etapa de serem crianças. e é mesmo verdade... 
Melhoram a comunicação e são pequeninas pessoas com vontades e afirmações, e mais, muitas mais negações...
Quero mais!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Os Homens precisam de mimos

Tenho de comprar este livro, que pela entrevista me parece delicioso e divertido. Um livro para mim e para o N., porque acho que ele também se vai rever nestes textos!





Este livro nasce de um grito de revolta: porque é que as mulheres hão-de ter o exclusivo das queixinhas sobre a vida doméstica? O que não falta por aí é literatura sobre a sacrificada mulher moderna e a forma heróica como ela conjuga o trabalho e a família. Nada contra. É tudo verdade. Mas e os homens? Alguém acha que o mundo está fácil para nós? Hoje em dia, qualquer homem digno desse nome tem de ganhar a vida, amar a esposa, tratar dos filhos, cuidar da casa, fazer o jantar, baixar a tampa da sanita, e, já agora, telefonar à sogra no seu dia de anos, com voz fofinha. E no entanto, quem fala de nós? Quem derrama uma única lágrima pelo nosso esforço? O sofrimento masculino anda há décadas a ser silenciado. Mas isso acabou. Não mais. Sou um jornalista de 37 anos com três filhos e uma certeza: o homem moderno precisa de mimo, como nunca precisou desde que o primeiro australopiteco pisou o planeta. Precisa de ajuda, de atenção, de carinho. E por isso precisa de um livro como este: orgulhosamente queixinhas, que ninguém é de ferro. - João Miguel Tavares

Fame I want to live forever

Sempre adorei dançar... E a minha filhota também adora abanar o corpo ao som da música...
E apeteceu-me recordar a minha série favorita de outros tempos, que eu devorava com atenção de devoção e que me enchia a alma de uma energia explosiva...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Cada vez mais Pais decidem não vacinar os filhos


São cada vez mais os pais que dizem não às vacinas. Há bebés que nunca são vacinados ou que não recebem todas as imunizações previstas.

A recusa prende-se com o receio de introduzir substâncias no organismo dos bebés, substâncias essas que poderão afectar o metabolismo. Outras das razões apontadas são as consequências, a médio/longo prazo, dos produtos que compõem as vacinas no organismo de seres tão pequeninos, como são os casos dos derivados de mercúrio, alumínio, gema de ovo ou antibióticos.

Ao contrário do que se poderia pensar, em Portugal a vacinação infantil não é obrigatória – à excepção da difteria e do tétano – mas sim altamente recomendada, seguindo os princípios da Organização Mundial de Saúde.

Esta tendência é crescente na Europa, muito mais do que em Portugal. Portugal ainda é o único País da Europa a vacinar à nascença os seus bebés.

Mas as vacinas previnem doenças periogosas.

Decisões dificeis estas...






terça-feira, 5 de julho de 2011

Sabe bem ouvir


Adoro estas músicas da Márcia...

A primeira desconhecida mas deliciosa, a segunda conhecida e igualmente fantástica.

Uma em cada três crianças é alérgica


Uma em cada três crianças portuguesas sofre ou já sofreu de doença alérgica, patologia que é mais prevalente na idade pediátrica e que geralmente se torna uma companhia ao longo da vida. O panorama foi traçado à agência Lusa pelo presidente da nova Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica, estrutura hoje formalmente criada, com o objectivo de fazer parcerias com outras entidades, estando em pé de igualdade com as sociedades congéneres.

Segundo Libério Ribeiro, cerca de 80% das doenças alérgicas começam nos primeiros anos de idade e são em grande parte hereditárias. Nos primeiros meses de vida, a alergia mais frequente é a de origem alimentar, com a intolerância à proteína do leite de vaca a surgir em primeiro lugar, seguida do ovo, peixe e frutos secos. A partir dos dois ou três anos começam a aparecer as alergias por via respiratória ou inalatória. Ácaros ou animais são os principais responsáveis por estas alergias nos primeiros anos, com a intolerância aos pólenes a surgir geralmente por volta dos seis ou sete anos.

No fundo, o que se nota na criança é uma evolução do tipo de alergia ao longo do crescimento, num movimento que Libério Monteiro designa como marcha alérgica. Primeiro, manifestações de alergia alimentar, depois eczema e alergia respiratória. Estas doenças vão acompanhar as crianças até à idade adulta, porque há sempre uma base alérgica, mas o especialista lembra que «uma alergia bem controlada corresponde a uma alergia curada».

O presidente da Sociedade de Alergologia Pediátrica lamenta que haja uma subvalorização destas doenças que começa logo nos próprios pais e que se estende muitas vezes a alguns médicos. «Há médicos que se limitam a tratar os sintomas que se vão apresentando sem tratar a origem da doença. Temos de nos lembrar que são doenças inflamatórias crónicas que têm de ser tratadas», referiu.

Para Libério Ribeiro, as doenças alérgicas são das mais subvalorizadas, subdiagnósticadas e subtratadas. «Há um papel a fazer na educação de quem trabalha com a criança, como professores, assistentes escolares. É preciso fazer uma educação ao nível da escola e dos pais, até para que reconheçam e valorizem os sintomas», reconheceu.

Fonte: Revista Pais e Filhos

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Crianças que ouvem histórias aprendem dois meses antes




Segundo um estudo britânico feito a 19 mil bebés elaborado pelos investigadores do Millennium Cohort Study, as crianças que ouvem histórias contadas pelos pais aprendem mais depressa e com maior facilidade, não só a ler e a escrever, mas também a contar e a fazer operações matemáticas.Os primeiros resultados divulgados referem-se a 2006 e 2007, altura em que as crianças que participam no estudo tinham cinco anos.
"Os pais devem ler às crianças porque isso lhes desenvolve o cérebro e o raciocínio. Deve ser incentivado - mas nunca uma obrigação", explica o psiquiatra Daniel Sampaio.

Segundo a psicoterapeuta Rita Ribeiro, a leitura quando feita de "forma adequada à faixa etária, potencia as sinapses" - movimentos cerebrais relacionados com a comunicação entre neurónios. "Quanto mais cedo for introduzida de forma lúdica, melhor. Aumenta a capacidade de comunicar, melhora o vocabulário da criança e potencia a criatividade e a imaginação. E ainda a probabilidade de a criança vir a tornar-se uma boa leitora", fundamenta.
Os resultados obtidos pelos britânicos indicam ainda que as raparigas aos cinco anos denotam mais criatividade e que os rapazes têm uma desvantagem de mais de quatro meses em matéria de leitura em relação ao sexo oposto. "Por regra, as meninas falam melhor e mais cedo que os rapazes. E eles começam a andar antes delas", conta Rita Ribeiro.
"Brincar é uma maneira equilibrada de crescer. Agora tendemos a querer que tudo aconteça demasiado rápido, mas o desenvolvimento humano é biológico, ou seja, acontece de acordo com uma tabela natural. O cérebro de um bebé tem o mesmo tamanho que tinha na Idade da Pedra, por isso tem as mesmas necessidades básicas que sempre teve", esclarece Sue Palmer, especialista em psicologia infantil e autora do livro "Toxic Childhood". A especialista acrescenta que a importância dos primeiros anos de vida já está estabelecida. "São preponderantes para o desenvolvimento do corpo e do cérebro. As experiências das crianças ao longo destes anos têm uma enorme influência não só no potencial que apresentam depois na escola, mas também na personalidade e no bem-estar geral". Essa preocupação, segundo Sue Palmer, passa por deixar as crianças experimentarem o mundo "segundo o seu próprio instinto", ainda que protegidas pelos adultos.
"A personalidade e o potencial constroem-se sobretudo nos primeiros meses de vida. Quanto mais amor, conversa, brincadeira e histórias um bebé tiver, maior o seu desenvolvimento", conclui Palmer.

Fonte Jornal i

E depois do adeus...


Acho que esta música simboliza uma época (em que nasci), onde haviam ideais, lutas, esperanças... Convicções, que tanta falta nos fazem...
Não gosto que o tempo volte para trás, aliás porque melhoramos em inúmeras coisas. Contudo acredito que nos falta este espirito de que pdemos todos mudar o Mundo!

Piquenique


Quero muito... muito... Fazer um Piquenique com a minha filhota.
Não sei porque gosto tanto de piqueniques, mas é um facto, adoro-os. E espero que ela também.
Adoro a sombra de baixo da árvore, os passarinhos a cantar, a toalha no chão, as cestinha com todos os tesouros dentro... Uma delícia!
Um programa tão simples e tão repleto de "pequenas" aventuras.